quarta-feira, 31 de agosto de 2016

[BLU] Agosto Folclórico

Oi, pessoal! Agosto está terminando e, para celebrar, venho contar uma coisa bem legal: as blogagens coletivas estão de volta! 
Ano passado, participei do projeto Literatura em Movimento dos blogs Café com Livro (da Helena Dias), Da Literatura (da Ana Karina Silva) e o Sacudindo as Palavras (da Denise Valente), e foi uma experiência incrível! Então, agora que estou juntando um grupinho de blogueiros parceiros para ajudar uns aos outros e bloggar em boa companhia, a ideia das postagens coletivas foram uma parte natural do projeto.
Embora agosto esteja no final (ainda bem!), ainda dá tempo de um post super especial em grupo, inspirado no Dia do Folclore Nacional - celebrado no dia 22. Como o assunto é vasto, delimitamos ao tema Minhas lendas favoritas. Como gaúcha de Porto Alegre, decidi contar pra vocês as cinco lendas mais legais da minha região:

1. Índia Obirici

Embora as versões da lenda se desencontrem em alguns pontos, a essência é sempre a mesma: a linda Obirici, filha do cacique da tribo Tapimirim, se apaixonou pelo belo Upatã, filho do cacique da tribo Tapiaçu. Embora o rapaz não desgostasse de Obirici, o problema veio na forma de uma rival para o coração dele - sua irmã ou amiga, dependendo da versão. Upatã, confuso e procurando ser justo, orou a Tupã por uma maneira de resolver a situação. O deus mandou-lhe a resposta em forma de sonho - por Sumá, uma deusa guerreira - e o rapaz contou às duas índias apaixonadas: haveria uma disputa de arco-e-flecha e a ganhadora se tornaria sua mulher. Ainda que Obirici fosse uma excelente arqueira, seu nervosismo a atrapalhou e ela perdeu a competição e seu amado. 
Desolada, a jovem sentou-se sob uma figueira e chorou. Tanto chorou que de suas lágrimas formou-se um córrego e os deuses se apiedaram de sua dor. Embora Tupã tenha vindo buscá-la, sua dor e suas lágrimas marcaram o solo gaúcho; o córrego - Ibicuiretã - já secou devido à urbanização do bairro Passo d'Areia, mas foi erguida uma belíssima estátua para que Obirici e seu amor perdido nunca sejam esquecidos.


Escolhi essa lenda por dois motivos: primeiro, interpretei Obirici numa peça da escola na quarta série e nunca a esqueci. Segundo, me identifico com ela e sua dor pela perda de um amor que era sua vida - minhas lágrimas não formaram um córrego nem nada, mas já passei por momentos bem ruins. 

2. João-de-barro

Segundo a lenda, o jovem índio Jaebé se apaixonou por uma bela garota e foi pedí-la em casamento. O pai dela então lhe perguntou:
- Que provas podes dar de sua força para pretender a mão da moça mais formosa da tribo? 
- As provas do meu amor! - respondeu Jaebé. 
O velho gostou da resposta, mas achou o jovem atrevido, então disse: 
- O último pretendente de minha filha falou que ficaria cinco dias em jejum e morreu no quarto. 
- Pois eu digo que ficarei nove dias em jejum e não morrerei.
Toda a tribo se admirou com a coragem do jovem apaixonado e o velho ordenou que se desse início à prova: enrolaram o rapaz num pesado couro de anta e ficaram de vigília dia e noite para que ele não saísse ou fosse alimentado. 
A jovem apaixonada chorava e implorava à deusa Lua que o mantivesse vivo. O tempo foi passando e certa manhã, a filha pediu ao pai: 
- Já se passaram cinco dias. Não o deixe morrer.
E o velho respondeu: 
- Ele é arrogante, falou nas forças do amor. Vamos ver o que acontece.
Esperou então até a última hora do novo dia, então ordenou: 
- Vamos ver o que resta do arrogante Jaebé.
Quando abriram o couro da anta, o rapaz saltou ligeiro. Seus olhos brilharam, seu sorriso tinha uma luz mágica. Sua pele estava limpa e tinha perfume de amêndoas. Todos se espantaram e ficaram mais admirados ainda quando ele, ao ver sua amada, se pôs a cantar enquanto seu corpo, aos poucos, tomava forma de um pássaro!
E foi naquele exato momento que os raios do luar tocaram a jovem apaixonada, que também se viu transformada em um pássaro. E, então, ela saiu voando atrás de Jaebé, que a chamava para a floresta onde desapareceram para sempre.
Por causa desse amor e dedicação é que o joão-de-barro constrói habilidade sua casa e escolhe uma parceira para a vida toda. 

Sempre adorei joão-de-barro e, desde que descobri essa lenda, achei a coisa mais fofa do mundo, então ela não podia ficar de fora.

3. Erva-mate

"Toda a tribo tinha partido para a guerra. Mas um homem, por causa de sua idade avançada, teve que permanecer. E ele ficou chorando no alto de uma colina, vendo os jovens guerreiros partirem. Ele se lembrava de quando era um valente guerreiro e como, agora, estava fraco e envelhicido. Sua única alegria era sua filha Iari, que já tinha recusado muitos pedidos de casamento para ficar ao lado do velho pai.
Um dia chegou ao rancho do velho guarani um viajante estranho, com roupas coloridas e olhos lembrando o azul do céu longínquo. O velho logo percebeu que o homem vinha de muito longe e recebeu o viajante com amizade. Iari foi buscar os melhores frutos da floresta e o mel mais doce das abelhas. O velho índio com os olhos cerrados para lembrar-se melhor das histórias de um mundo afastado no tempo, recordava episódios de sua mocidade. Tudo era feito para que as horas que o estrangeiro passasse naquele rancho fossem agradáveis. No outro dia, com o sol raiando, o viajante já estava pronto para partir. Dirigiu-se então ao velho índio e disse:
- Você é uma pessoa muito boa. E a sua bondade merece ser recompensada. Eu sou um mensageiro de Tupã, espírito do bem. Pede o que quiseres e eu lhe darei.
- Nada mereço pelo que fiz, senhor! - respondeu o guarani. - Mas gostaria de um companheiro para a minha velhice, para que minha filha Iari possa casar e formar sua própria família. E só o que eu peço: um amigo fiel que fique comigo e me dê ânimo.
O mensageiro de Tupã sorriu. Em sua mãos brilhava uma planta repleta de folhagens verdes.
O viajante entregou a planta ao velho e disse:
- Deixa crescer esta planta e bebe de suas folhas que você terá o companheiro que tanto deseja. Esta erva traz em si a força de Tupã e trará conforto para todos os homens de tua tribo. E Iari será a protetora das florestas. As caminhadas de guerra serão menos cansativas e os dias de descanso mais felizes.
E desde então, Caá-Iari é senhora dos ervais e deusa dos ervateiros."

(Texto retirado deste site)


Novamente, as versões da lenda da erva-mate divergem bastante entre si, mas o cerne é o mesmo: foi dada aos homens como dádiva dos deuses a planta verde que esquenta o coração do gaúcho e nos acompanha quando estamos sozinhos ou em grupo!

4. Teiniaguá: A lenda da salamanca do Jarau - Rosane Volpatto

Há muitos séculos, quando caiu o último reduto árabe na Espanha, os mouros foram obrigados a fugir e acabaram aportando no sul do Brasil. Trouxeram consigo uma jovem princesa, transformada por magia, em uma enrugada velhinha, a fim que não fosse reconhecida e aprisionada.
Logo de chegada, deram com o Anhangá-pitã, o demônio dos índios. Contaram-lhe toda a história e o diabo resolveu ajudá-los. Deste dia em diante, a linda princesa passou a ser uma salamandra com a cabeça de pedra brilhante ou "Teiniaguá" e viveria em uma lagoa no morro do Jarau.
Mas eis que um dia, um moço sacristão que morava atrás da Igreja da aldeia, assoleado com o calor veio até a lagoa, com o intuito refrescar-se. Assustou-se ao verificar que a água fervia, feito chaleira quente e, de repente no meio dela surgiu a própria Teiniaguá. Ficou pálido de medo, pois sabia que tal bicho tinha parte com o diabo, mas sabia também, tratar-se de uma linda princesa moura jamais tocada pelo homem e aquele que conseguisse conquistar seu amor, seria feliz para sempre.
Num gesto rápido, o sacristão agarrou-a, colocou-a dentro de uma guampa e encaminhou-se às pressas para os seus aposentos atrás da Igreja. À noite ao descobrir a guampa, eis que se opera um milagre, a Teiniaguá tinha voltado a ser princesa e lhe sorriu pedindo-lhe um pouco de vinho. Louco de paixão, correu até a sacristia e roubou o vinho do padre. Todas as noites era a mesma coisa, uma romaria até a Igreja na busca do vinho, até que os padres começaram a desconfiar do sumiço inexplicável da bebida e invadiram o quarto do moço. A princesa tomada de susto, transformou-se em Teiniaguá e fugiu para as barrancas do Uruguai e, o sacristão, coitado, acabou preso.
Um crime tão terrível, roubar o vinho sagrado de Deus, só poderia ter uma pena à sua altura, e o moço foi condenado a morte no garrote vil.
No dia da execução, toda a aldeia reuniu-se em torno da Igreja. Teiniaguá sentiu um aperto no coração, pressentindo que algo ruim estava para acontecer. Se utilizando de magia, começou a procurar o seu amado, abrindo sulcos na terra, até chegar à igreja, no momento em que lhe foi possível interromper o garrotear do sacristão. Se ouve a seguir, um estrondo muito grande, que produziu muito fogo e fumaça e tudo afundou.
A princesa conseguiu salvar seu amado, mas os dois ficaram confinados a uma caverna muito funda e comprida no Cerro do Jarau e só se libertariam de tal encantamento, quando surgisse alguém capaz de vencer todas as provas de coragem e, depois de realizar um desejo que lhe seria concedido, desistir dele.
Duzentos anos se passaram sem que ninguém tenha conseguido quebrar o encanto. Até que em uma tarde linda de primavera, campeando o gado, Blau chega à furna de Jarau. Conhecia a lenda, pois sua avó charrua já tinha lhe assoprado no ouvido quando era criança. Sendo assim, foi entrando. Saudou o antigo sacristão das Missões e submeteu-se a todas as provas de coragem sem pestanejar. Ao término delas, foi levado à presença da salamandra encantada, que alertou-o sobre o consentimento de um desejo.
A resposta do gaúcho a espantou:
— Não desejo nada.
A princesa ficou cabisbaixa e desiludida, pois necessitava que ele aceitasse algo para que pudesse desistir depois, tal qual rezava uma parte do encantamento.
Quando o gaúcho montava seu cavalo para ir embora, o sacristão alcançou-lhe uma moeda de ouro como lembrança de sua estada. Sendo assim, não podia fazer desfeita e colocou-a no bolso.
Durante muitos dias, Blau nem lembrou mais do acontecido e até tinha esquecido da tal moeda. Então, lhe apareceu um bom negócio, um amigo queria desistir de criar gado e dizia-se interessado em vendê-los. Foi quando puxou a guaiaca e lembrou-se da moeda. Todos os bois não poderia comprar, mas quem sabe um? Retirou a primeira moeda, mas pelo peso percebeu que havia mais e saiu então uma segunda...uma terceira... e assim de uma em uma, conseguiu as moedas necessárias para efetivar a compra.
O amigo surpreso, tratou de espalhar a notícia. E todos ficaram estarrecidos, pois Blau era um gaúcho pobre, que não tinha "eira nem beira", de onde teria vindo tanta riqueza? Todo mundo sabe, que boato é que nem fogo, quando pega, ninguém segura, de ouvido em ouvido cogitava-se que o homem tinha feito um pacto com o diabo. Depois que correu a fama, ninguém mais quis vender-lhe nada. Tinha gente que se desviava quilômetros só para não encontrá-lo.
O gaúcho começou a sentir saudade de sua vida de antes. Algum tempo depois, não agüentou mais. Só tinha um modo de consertar tudo, era devolver a moeda mágica. Foi exatamente o que tratou de fazer. Partiu então decidido.
Chegando à entrada da gruta, contou toda a sua estória ao sacristão, depois pegou a moeda, colocando-a na mão do homem, dizendo:
— Eis aqui sua moeda. Agradeço-lhe o presente, mas não preciso dele. Rico eu era dono de alguma coisa, mas como pobre recebo de herança o mundo.
O encantamento foi quebrado com uma grande explosão. Das furnas saíram os dois condenados, transformados em um belo par de jovens. Casaram-se e trouxeram descendência indígeno-ibérica aos povoados do Rio Grande do Sul.

Mais uma lenda de amor e provações que não podia ficar de fora. Já mostra a influência dos jesuítas no território gaúcho, ao contrário das anteriores. 

5. Negrinho do Pastoreio

Essa é, sem dúvidas, a mais popular das lendas gaúchas; são poucos os que não conhecem a história do jovem escravo que, após perder o cavalo baio do estanciero cruel, foi por ele chicoteado e colocado nu sobre um formigueiro em uma noite gelada de inverno como punição. No dia seguinte, quando o homem voltou para ver como estava o guri, o encotrou ali, mas em pé sobre o formigueiro, sem ferimento algum, e com sua madrinha Nossa Senhora ao lado. O estancieiro pediu perdão, mas já era tarde: o garoto apenas beijou a mão da santa, montou o baio fujão e saiu pelos campos, conduzindo a tropilha que pertenceira ao homem de coração frio.  
Até hoje, os gaúchos acendem uma vela e oram ao Negrinho do Pastoreio quando perdem algo importante - cantando "Negrinho do Pastoreio, acendo essa vela pra ti. Espero que me devolvas a querência que perdi" -, confiando que o escravo salvo por Nossa Senhora possa encontrar qualquer coisa. 

Escolhi essa lenda para encerrar o TOP 5 por ser exclusivamente do Rio Grande do Sul e porque ela sempre me emociona.

Então, pessoal, essas são as minhas cinco lendas regionais favoritas e que acho que mais gente deveria conhecer. Não esqueçam de deixar um comentário dizendo o que acharam delas e as suas lendas brasileiras favoritas <3 

domingo, 28 de agosto de 2016

[Conhecendo os Autores Nacionais] M. Deméter

Oi, pessoal! Que tal conhecer um pouquinho mais sobre uma autora nacional linda e com dois ótimos livros publicados? Com vocês, M. Deméter!



Cami: Para começar, que tal uma mini-autobiografia? Nada de mais: nome, idade, aniversário (quem sabe rolam uns presentes! ^^), cidade, formação, redes sociais... Enfim, o que tu achares relevante!

Sou a Mara Deméter, assino como M. Deméter, tenho 22 anos e vivi em Campinas desde sempre (faço aniversário dia 23/11, a Cami falou que talvez role presentes, to aceitando hahaha). Conclui a faculdade de Publicidade e Propaganda em 2014 e emendei logo em outra, hoje faço Sistemas de Informação e além de escrever, trabalho com computação.

Site: http://mdemeter.com
Fanpage: http://goo.gl/6UgYOh
Perfil no Skoob: http://goo.gl/FevHMx
Wattpad: http://goo.gl/S7SSff

A LEITORA

Cami: Quais são teus escritores favoritos (nacionais e/ou estrangeiros)?
Mara: Gosto muito dos livros do Carlos Ruiz Zafón, principalmente A Sombra do Vento <3 o tema dele sempre gira em torno de livros e é cheio de trechos maravilhosos. Dos nacionais, gostei muito do trabalho do Raphael Draccon, Dragões de Éter é muito amorzinho.


C: Lembras qual foi o livro que te fez gostar de ler?
M: O que me acompanhou durante o crescimento e o hábito da leitura mesmo foi Harry Potter, minha mãe leu o primeiro livro pra mim quando nem sabia ler direito ainda

C: Qual é o gênero literário que tu lês com mais frequência?
M: Eu não leio quase nunca Terror haha Mas fantasia, drama, aventura, romance são bem frequentes.

C: Existe algum livro que tu aches tão incrível que tu gostarias de ter escrito?
M: Vale repetir os que citei ali em cima já? Harry Potter é mágico, incentivou um mooooonte de gente a entrar no mundo literário e com certeza influencio a vida de muitos jovens. A Sombra do Vento também é muito bom, muito bem escrito. Outra saga que eu acho super criativa (mas um tanto maluca demais) é Fronteiras do Universo, queria ter essa criatividade toda pra inventar novas criaturas e mundos e objetos mágicos e gente, é muito doido (haha).

A AUTORA

C: O que te motivou a começar a escrever?
M: Comecei a escrever fanfics de HP no ensino médio, postava numa comunidade do Orkut na época, a HPBF (Harry Potter Brasil Fanfics). O pessoal começou a interagir, gostar, acompanhar meu trabalho, fiz amizades que guardo até hoje e esse grupo com certeza me estimulou muito a continuar e a criar histórias próprias. Quando comecei não tinha muita perspectiva do que ia rolar, só gostava de sentar e colocar as histórias no “papel”. =)

C: O que tu mais gostas de escrever (contos, poemas, horror, mistério...)?
M: Romance <3 Eu não gosto de histórias puramente românticas, só o casal e o amorzinho deles e focada 100% no relacionamento, mas eu adoro escrever cenas de romance, descrever os sentimentos, a emoção dos personagens apaixonados... Tanto que mesmo numa história que não é focada no romance (como Os Cinco Guardiões), eu sempre começo a fazer casaizinhos mentais.

C: Quais são teus trabalhos já publicados?
M: Publiquei O Nome do Sonho no final de 2015 e agora estou lançando Os Cinco Guardiões, à venda no meu site (https://mdemeter.com).

C: A propósito, como surgiu a oportunidade da primeira publicação?
M: Lancei O Nome do Sonho pela editora Garcia, eu já conhecia o trabalho deles através da Camila Pelegrini, que me indicou a editora. Mandei meu original e acabou dando certo.

C: Além da publicação em meio físico e tradicional, publicas teus trabalhos em outros lugares (como Widbook, Wattpad, e-book independente pela Amazon)?
M: Coloquei o começo de Os Cinco Guardiões no Wattpad. [você pode conferir aqui].

C: Que projetos tens em mente para os próximos meses?
M: Eu estava escrevendo meu novo livro, mas dei uma pausa na escrita pra reler e alterar alguns pontos do primeiro livro que escrevi (e que nunca tinha tentando publicar porque ainda queria fazer essas alterações), Os Cinco Guardiões.
Agora que está lançando, quero retomar meu próximo livro, O Livro das Descrições, uma distopia que estou adorando desenvolver.

C: E, finalmente, qual é o teu conselho para quem gosta de escrever e quer seguir esse caminho?
M: Acho que estou muito no começo ainda pra dar muitos conselhos, mas o principal pelo que vivi até agora é persistência. Você vai encontrar dificuldades, com certeza, então precisa acima de tudo ter paciência e força pra continuar seu trabalho independente das dificuldades.


Para quem estiver na Bienal, não esqueça de visitar o estande da Ler Editorial para conhecê-la!


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

[Divulgação] Semana Incipiens - Dia 5

Oi, pessoal! Chegamos ao último dia da nossa Semana Incipiens! Nesses últimos quatro posts, te mostrei um pouco mais sobre a autora, os personagens e a história. Hoje não trago novas informações à respeito da trama, mas uma dica muito útil para quem estará na Bienal Internacional do Livro de São Paulo nos dias 27 de agosto e nos dias 3 e 4 de setembro: Jéssica do Nascimento, a autora, estará no evento com alguns exemplares disponíveis para a venda! Quem comprar o livro diretamente com ela, ganhará brindes exclusivos.










Antes de encerrar oficialmente o último post dessa Semana Incipiens, fique com alguns links úteis sobre a autora e o livro!

Usuária no Skoob: http://goo.gl/4yYa4k
Livro no Skoob: http://goo.gl/wYX5Ng
Fanpage Oficial: http://goo.gl/kRfCxm
Twitter: @97tardelli
Instagram: jessyaudax

Agora, sim, posso dar por encerrada essa semana especial de divulgação do lançamento da Editora Drago. Espero que tenham gostado! Até logo, pessoal o/

***Confira os posts anteriores da Semana Incipiens: Dia 1, Dia 2, Dia 3 e Dia 4***

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

[Divulgação] Bienal 2016 - Parte 2


Oi, pessoal! Vamos à segunda parte do Especial Bienal? Os autores continuam sendo ordenados por estande/editora e em ordem alfabética.

Editora Draco - Estande N070

Ana Lúcia Merege

02, 03 e 04/09

Autora da trilogia de Athelgard, composta por O Castelo das Águias, A Ilha dos Ossos e A Fonte Âmbar, além de sua prequela (Anna e a Trilha Secreta), O Tesouro dos Mares Gelados e várias antologias. Estará no estande da editora lançando o último livro da sua trilogia e autografando todas suas obras!


Carlos Orsi 

03/09

Com mais de 30 publicações, o autor estará na Bienal autografando seus vários trabalhos e lançando sua coletânea Mistérios do Mal.


Eduardo Kasse 

27, 28, 30 e 31/08
01, 02, 03 e 04/09

Autor da série Tempos de Sangue e vários contos em antologias Draconianas, estará praticamente todos os dias no estande da editora para autografar seus livros e bater um papo com os leitores.




Gerson Lodi-Ribeiro 

03 e 04/09

Autor de obras como Xochiquetzal Aventuras do Vampiro de Palmares e organizador da antologia Dinossauros, que estará sendo lançada nesta Bienal.






J. M. Beraldo 

27 e 28/08 
03 e 04/09

Autor da série Reinos Eternos, composta por Império de Diamante e Último Refúgio. Este último estará sendo lançado durante o evento.





Karen Alvares 

26, 27, 28 e 31/08 
1, 2, 3 e 4/09

Autora dos livros Inverso e Reverso, estará autografando seus livros e antologias, além de lançar seu mais recente trabalho, Jornada para Far Lands – uma aventura não oficial de Minecraft.




Melissa de Sá 

31/08 
1, 2, 3 e 4/09

Autora de Metrópole, estará lançando sua distopia e autografando também as antologias Medieval  e Excalibur.





Tiago Toy 

3 e 4/09

Autor da série Terra Morta, estará no estande da editora autografando seus livros: Fuga, Infecção e Relatos de sobrevivência a um apocalipse zumbi.



Editora Coerência - Estande B086




Bianca Sousa

02/09 das 14h às 15:30

Autora de O Canto dos Cisnes e Eterna, ela estará também nos estantes da Amazon (27/09 às 13h) e do Editorial Ella (31/08 às 16:45 e 03/09 às 13:45).




Kate Willians

04/09 das 11h às 12:30

Autora de Distopia A Fada Madrinha pela Arwen e Hunter pela Coerência, estará no estande da última autografando seus livros e distribuindo sorrisos! 





Luiz Henrique Batista

26/08 das 15:30 às 17h

Autor da série Os Doze Signos da Luz, estará lançando o segundo livro da série Através da Neblina. Se tu tiveres o primeiro volume, pode levar que ele autografa também.




Ler Editorial, Amazon e Outros


Denise Flaibam

Autora da série Os Mistérios de WarthiaRubi de Sangue e As Coisas que Perdemos, estará em vários lugares durante a Bienal:

31/08 às 17h: na Arena Toda Teen - Estará mediando um bate-papo sobre literatura LGBT.
01/09 às 18h, 02/09 às 10h e 03/09 às 18h: Lançamento de A Profecia de Mídria pela Mundo Uno no Estande da Ler Editorial.

AMAZON (Estande D049)

27/08 das 13h às 14h: Autógrafos de Ficção Fantástica, com Mari Scotti, Marcella Rossetti, Marcia Rubim, Catia Mourão e Johnatan Souza e Bianca Sousa. 
03/09 das 14h às 15h: Workshop de Escrita Fantasia, com Keila Gon, Catia Mourão, Johnatan Souza.



Cláudia Miqueloti e M. Deméter

29/08 às 10h

Cláudia - autora de A Deusa de Anília e Outras Histórias - e M. Deméter - autora de O Nome do Sonho e o lançamento Os Cinco Guardiões - estarão autografando seus trabalhos juntas no estande da Ler Editorial.



Jéssica Macedo

27 e 28/08

Autora de Vale das Sombras, Brincando com Fogo e da trilogia Magia, cujo primeiro livro estará sendo relançado na Bienal pela Mundo Uno, estará no estande da Ler Editorial para encontrar seus leitores e autografar suas obras.



Nuccia de Cicco

31/08

Blogueira e autora de Pérolas da Minha Surdez, estará no estande da Ler Editorial em dois horários: das 17h às 18h (sessão de autógrafos de Pérolas) e das 20h às 22h (sessão de autógrafos da antologia Ardente & Caliente)

**Confira todas as atracões do estande da Ler Editorial aqui.**



Marcella Rossetti

27/08 às 13h 


Autora de Filhos da Lua: O Legado, estará (como mencionado acima) em uma sessão de autógrafos no estande da Amazon. Embora seu livro físico ainda em pré-venda pela AVEC (e o trabalho esteja ficando LINDO), tu podes levar marcadores e cartões postais autografados por ela para casa. E fotos, é claro.


Eddie Van Feu e Renato Rodrigues

27 e 28/08

Eddie Van Feu - autora de uma lista enorme de livros com a temática Wicca, Lua das FadasAlcatéia e Crônicas de Leemyar (inclusive O Necromante, cuja capa é uma das minhas preferidas da minha estante e estou louca pra começar a ler) - e Renato Rodrigues - autor da série Os Dragões de Titânia - estarão no estande da Loyola neste primeiro final de semana, distribuindo autógrafos e brindes que eu espero que sejam trazidos para a Feira do Livro de Porto Alegre também! 
**Já encontrei a Eddie na Feira passada e ela é um amor!**

Dêner B. Lopes

30/08 das 17h às 17:50

Editor, organizador de coletâneas e autor de Cidades-Mortas, estará lançando Aissur, a sequência de seu primeiro livro, durante a Bienal e distribuindo autógrafos! 

**Sabe aquela bolinha bonita na capa? O textinho ali fui eu que escrevi!**


Gaby Firmo de Freitas

28/08 às 13h

Desenhista e autora de Rubra - A Guerreira Carmesim, estará na Bienal para lançar este livro maravilhoso, que foi o ganhador do Concurso Cultural da Editora Pandorga

Simone O. Marques


03/09 das 16h às 18h



Autora da trilogia Filhas de Dana, O Enigma da Adormecida e Agridoce, estará relançado Dois Mundos pela Editora Butterfly e distribuindo autógrafos!


Ok, pessoal, depois dessa maratona de informações, encerro meu "Especial Bienal". Se tu, escritor nacional, vai estar na Bienal e teu nome não está aqui, pode me marcar em um post no Facebook que eu compartilho seu evento e informações na página do blog.

Embora eu não possa ir esse ano, desejo a todos uma ótima Bienal Internacional do Livro (e peguem brindes pra mim, se puderem)! 

[Divulgação] Semana Incipiens - Dia 4

Oi, pessoal! Hoje é o penúltimo dia da Semana Incipiens e hoje temos quotes, trilha sonora e links úteis. Vamos começar pelas citações?

















Gostaram? Que tal conferir agora a trilha sonora do livro? 


Interessado em saber mais sobre essa história? Quer conhecê-la melhor? Pois a autora deixou os primeiros capítulos disponíveis no Wattpad. Não deixe de passar lá para descobrir como esse livro começa e voltar pra me conta o que achou ;)

***Confira os posts anteriores da Semana IncipiensDia 1Dia 2 e Dia 3***